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Os desenhos nas minhas coxas formam caminhos que se cruzam, caminhos que terminam pra começar de novo.
Esses desenhos me lembram que tenho um coração que já foi partido algumas vezes, um coração cheio de desenhos que ninguém vê. Os remendos.
O que carrego nas coxas que sustentam meu tronco, as coxas que balançam num movimento convicto de prazer e força, são as marcas de dias que machucaram, mas além disso elas me lembram que apesar de todos os estilhaços, ainda estou inteira. E é por isso que amo minhas marcas.

– Estrias sem vergonha

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